O que fazia, já sabia o efeito, de ouvir falar. Mas o que era não era nada, ninguém dizia nada, e agora fazia falta. O eu próprio sem ação. Eu relevo, traço, ponto. Tudo o que renegara proclamando “o que importa é o que se faz e não o que se é”. Mas estava fazendo falta. Pois fazia seu ser sozinho, como que sem resposta. E se tornou um fazer. E deixou de ser. De modo que, na segunda-feira, ao olhar se no espelho, viu um grande buraco na terra feito por uma escavadeira, como se fosse todo vazio e membros.
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